Cesare Battisti é um assassino comum ou uma vítima de perseguição política em seu país?
Dependendo do lado ideológico e, mais precisamente, da corrente política em que se milita, a resposta a tal pergunta oscila conforme o interesse. Mas, para nós brasileiros, o que é que isso importa?
Não que deixe de interessar ao Brasil a condição desse italiano com ordem de prisão em diversos países, e que se encontra, por ora, detido no Brasil. Condenado na Itália por quatro assassinatos, Battisti se escondeu no Brasil e vivia aqui tranqüilamente, até ser detido (o termo ‘prisão’ seria algo muito forte para alguém que, como ele, ainda aguarda sentença) e ficar, pelo menos até o fim do mandato do presidente Luis Inácio Lula da Silva, em 1º de janeiro de 2011. Mas o governo do Brasil talvez devesse pensar melhor na mensagem que está passando ao deixar de atender às solicitações da Justiça italiana.
No Brasil, Cesare Battisti não é nem convidado nem prisioneiro. Está detido, mas com quase a total certeza de que permanecerá no país como refugiado político. Isso porque colocaram-se as mortes e assaltos cometidos pelos terroristas auto-intitulados Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), o grupo de militância de Battisti, na conta de lutas entre esquerdistas exaltados e o Estado italiano. Em uma manobra de seus defensores para dar coloração política ao terrorismo internacional, o governo da Itália estaria perseguindo seus desafetos. Pelo menos, essa é a tese sustentada pelos advogados do ex-terrorista, isto se ele já se aposentou de sua antiga atividade.
Se é assassino ou perseguido, não é algo que o Brasil deva responder. Não nos compete julgar se a Justiça da Itália errou ou acertou. Afinal, o processo histórico de amadurecimento das instituições políticas daquele país não é matéria sobre a qual o Brasil, pelo bom senso e pela estratégia diplomática, devesse se pronunciar, menos ainda emitir juízo sobre assunto doméstico de um país amigo, uma democracia, nação desenvolvida e ciosa de seu papel no concerto das nações.
A mensagem que o governo do Partido dos Trabalhadores (PT), de Lula e sua sucessora, Dilma Roussef, tem dado à Itália e ao mundo é que o Brasil suspeita de países, como a Itália, com o qual mantém diversos acordos políticos, econômicos e culturais. Outra mensagem, subjacente à primeira, é que o Brasil considera o Irã e a Venezuela democracias confiáveis enquanto, na visão diplomática petista, a Itália pode passar como um país bárbaro e opressor.
O Estado brasileiro tem se posicionado deselegantemente contra um grande parceiro e arriscado perder credibilidade internacional. Será que vale a pensa o Brasil ser acusado de proteger espúrias compadrias de certas personalidades do staff político nacional cujo passado vem carimbado de atos igualmente terroristas? Sim, pois com José Dirceu e Franklin Martins figurando entre nomes do cenário brasileiro ligados à militância esquerdista e à luta armada, não é difícil chegar-se a tal conclusão. Para complicar, outro nome de peso nessa lista é o da própria presidente eleita, a companheira Dilma ou Estela, ou Dulce, ou qualquer outro codinome pelo qual ela possa ser chamada.
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Riepilogo in italiano
Cesare Battisti: colpevole o innocente?
Cesare Battisti è un assassino comune o vittima di una persecuzione politica nel suo paese? Secondo il lato ideologico e, più precisamente, dell'attuale politica in cui milita, la risposta a questa domanda varia a concordato dell'interesse. Ma, per noi brasiliani, che cosa importa? Non che sicuramente interessati al Brasile la condizione di questo italiano con ordine di reclusione in diversi paesi e che è, per ora, tenutasi in Brasile. Condannato in Italia da quattro omicidi, Battisti nascose in Brasile e vissuto qui tranquillamente, fino a quando della detenzione (il termine 'prigione' sarebbe qualcosa di molto forte per chi, come lui, ancora in attesa della sentenza) e soggiorno, almeno fino alla fine del mandato del Presidente Luis Inácio Lula da Silva, il 1 ° gennaio 2011. Ma il governo brasiliano dovrebbe forse pensare meglio nel messaggio che sta per non riuscire a soddisfare le richieste della giustizia italiana.
Toda técnica só é válida quando promove o ser humano em conexão com Deus, com o semelhante e com o ecossistema em que vive. Qualquer cultura só tem valor autêntico quando aperfeiçoa as pessoas para estas interagirem assim.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Mais um Natal ou o Natal que é mais?
Para saber que tipo de Natal estamos preparando para esta noite, acho válido verificar: Como estaremos amanhã ao acordarmos?
Se o fígado der sinais de que está enjoado das coisas para as quais ele tem a natural dificuldade de tratar...
Se o estômago estiver empanzinado com comidas e bebidas em excesso...
Se a cabeça parecer tão zonza que, ao levantar da cama, sentimos tontura...
Bem, este terá sido mais um Natal. Como sempre, oportunidade de comer e beber em excesso sob a desculpa da confraternização e da sociabilidade.
Mas se o peito parecer querer estourar de ânimo e alegria...
Se a cabeça estiver nas nuvens de tantos pensamentos e motivação para o futuro...
Se o intestino parecer se embrulhar como quando passa-se por uma ondulação repentina na medida do frenesi da empolgação que nos atinge como se fôssemos crianças...
Aí então terá sido o Natal que é mais que o comum, o Natal de verdade, cheio de alegria porque os sinais do Reino de Deus já podem ser percebidos entre nós.
Jesus nasceu, é Natal! Viva o tempo de paz e de justiça que chegou!
Se o fígado der sinais de que está enjoado das coisas para as quais ele tem a natural dificuldade de tratar...
Se o estômago estiver empanzinado com comidas e bebidas em excesso...
Se a cabeça parecer tão zonza que, ao levantar da cama, sentimos tontura...
Bem, este terá sido mais um Natal. Como sempre, oportunidade de comer e beber em excesso sob a desculpa da confraternização e da sociabilidade.
Mas se o peito parecer querer estourar de ânimo e alegria...
Se a cabeça estiver nas nuvens de tantos pensamentos e motivação para o futuro...
Se o intestino parecer se embrulhar como quando passa-se por uma ondulação repentina na medida do frenesi da empolgação que nos atinge como se fôssemos crianças...
Aí então terá sido o Natal que é mais que o comum, o Natal de verdade, cheio de alegria porque os sinais do Reino de Deus já podem ser percebidos entre nós.
Jesus nasceu, é Natal! Viva o tempo de paz e de justiça que chegou!
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Eu não, Cabral
Pode ser que seja o caso de muita gente. Pode ser também que isso tenha se tornado tão normal que até virou coisa banal. No meu caso, desculpe, governador Sérgio Cabral, mas eu nunca tive uma namoradinha que teve de abortar.
Se não houvesse essa banalização da vida e das relações entre as pessoas que supostamente deveriam se amar, você não teria dito sem constrangimentos que abortar, em outras palavras, é apenas um resultado indesejado de uma brincadeira de adolescentes.
Mas se fui eu que me tornei uma rara exceção, confesso que nem percebi. Um exemplar remanescente de uma mentalidade que acredita em preservar a mulher amada, como uma jóia cara e delicada que se prepara para ser a mãe de filhos e filhas, uma rainha cercada de amor e cuidados.
Romântico incurável, nem acreditei que a generalização em sua boca fosse a declaração de um governante que apareceu na política como o "netinho" que defendia o direito das pessoas idosas. Mas o que choca no ato falho perpetrado diante de tantos microfones não é a impudicícia que mal se disfarça atrás de um eventual mea culpa, mas o reconhecimento tácito de que é válido usar as namoradinhas como vaso das fisiologias inconseqüentes de jovens que cedo exibem o caráter aprendido a partir de modelos a eles familiares.
Por haver mandatários sem vontade política de pautar a reeducação de valores que preservem a responsabilidade e o senso de justiça no âmbito familiar é que ainda estamos tão longe de políticas adequadas para conter a AIDS, a gravidez na adolescência, a promiscuidade que excita a juventude e a aproxima da prostituição infanto-juvenil.
A minha namorada da juventude é hoje a mulher com quem sou casado e com quem tenho três filhos. Dou graças a Deus por ela jamais ter conhecido o aborto.
Se não houvesse essa banalização da vida e das relações entre as pessoas que supostamente deveriam se amar, você não teria dito sem constrangimentos que abortar, em outras palavras, é apenas um resultado indesejado de uma brincadeira de adolescentes.
Mas se fui eu que me tornei uma rara exceção, confesso que nem percebi. Um exemplar remanescente de uma mentalidade que acredita em preservar a mulher amada, como uma jóia cara e delicada que se prepara para ser a mãe de filhos e filhas, uma rainha cercada de amor e cuidados.
Romântico incurável, nem acreditei que a generalização em sua boca fosse a declaração de um governante que apareceu na política como o "netinho" que defendia o direito das pessoas idosas. Mas o que choca no ato falho perpetrado diante de tantos microfones não é a impudicícia que mal se disfarça atrás de um eventual mea culpa, mas o reconhecimento tácito de que é válido usar as namoradinhas como vaso das fisiologias inconseqüentes de jovens que cedo exibem o caráter aprendido a partir de modelos a eles familiares.
Por haver mandatários sem vontade política de pautar a reeducação de valores que preservem a responsabilidade e o senso de justiça no âmbito familiar é que ainda estamos tão longe de políticas adequadas para conter a AIDS, a gravidez na adolescência, a promiscuidade que excita a juventude e a aproxima da prostituição infanto-juvenil.
A minha namorada da juventude é hoje a mulher com quem sou casado e com quem tenho três filhos. Dou graças a Deus por ela jamais ter conhecido o aborto.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Movimento da Aliança Evangélica
Realizou-se na terça-feira, 30/11, a assembléia que deu início à pretendida Aliança Cristã Evangélica Brasileira (Aceb). Cerca de 200 pessoas de várias regiões do Brasil se reuniram na Catedral Metodista Central de São Paulo, no bairro da Liberdade da capital paulista. O plenário acolheu a proposta do comitê de organização que há cerca de dois anos tem conduzido os trabalhos de consulta e preparação do movimento. Mas o organismo, por enquanto, permanecerá sem personalidade jurídica.
A programação teve início às 8h com as inscrições e o desjejum servido nas dependências sociais da igreja. O pastor luterano Valdir Steuernagel deu as boas-vindas e o bispo anglicano Robinson Cavalcanti fez uma retrospectiva histórica dos movimentos de representatividade por meio de alianças evangélicas, enfatizando o valor do legado dos cristãos do passado. O escritor Ariovaldo Ramos defendeu a busca da postura de unidade na diversidade em prol de uma sólida presença evangélica na sociedade. Representando a Aliança Evangélica Mundial (WEA), Gordon Showell-Rogers saudou a iniciativa de criação da aliança brasileira e disse esperar por uma estreita parceria desta com o organismo que tem filiados de 128 países distribuídos em sete grandes regiões do mundo. Também falaram pela organização Silas Tostes, da Associação de Professores de Missões do Brasil (APMB), Débora Fahur, da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (Renas) e da organização não governamental (ong) Visão Mundial e o gestor de ongs Christian Gillis.
Após o almoço, instalou-se uma mesa sob a presidência de Oswaldo Prado, missionário do Serviço para a Evangelização da América Latina (Sepal) e pastor da Igreja Presbiteriana Independente. A assembléia deliberou a aprovação da Carta de Princípios e Diretrizes, com ressalvas de aperfeiçoamento, e acolheu os nomes propostos para o Conselho Geral, que por estar incompleto escolherá três dentre os nomes indicados pelo plenário, para o Grupo Coordenador e para o Conselho de Referência. Apesar de aprovado que a Aceb permaneça sem personalidade jurídica, o Conselho Geral terá até três anos para providenciar a formalização. Perguntas e propostas foram encaminhadas à mesa
Um aspecto que mereceu atenção do plenário foi a manutenção financeira da entidade. Por isso, o Conselho Geral estudará os valores a serem pagos pelos filiados institucionais a partir de um plano de custos. Houve quem tenha preferido avaliar melhor quando e se irá filiar-se, mas já existe uma lista de grupos que decidiu integrar a Aceb mesmo antes de sua existência, entre eles a Igreja Metodista, a Igreja Cristã de Nova Vida e a APMB. A relação foi lida pela mesa, mas não consta das comunicações nem circulou em versão impressa.
Virtual inspirador da aliança, Valdir Steuernagel fez o papel de esclarecer e animar o plenário. Em certo momento falou do compromisso da Aceb em não aceitar em seu quadro de filiados entidades sem compromisso com a ética e os princípios mínimos que definem um grupo como evangélico. Para isso, a sua Carta de Princípios parte do Credo Apostólico e relaciona sete marcas da fé, dez valores do Reino de Deus e sete princípios a serem constantemente seguidos.
No meio da tarde os paulistanos sofreram uma chuva forte que caiu no Centro e muitos se retiraram antes da celebração do culto programado para logo após a assembléia.
A programação teve início às 8h com as inscrições e o desjejum servido nas dependências sociais da igreja. O pastor luterano Valdir Steuernagel deu as boas-vindas e o bispo anglicano Robinson Cavalcanti fez uma retrospectiva histórica dos movimentos de representatividade por meio de alianças evangélicas, enfatizando o valor do legado dos cristãos do passado. O escritor Ariovaldo Ramos defendeu a busca da postura de unidade na diversidade em prol de uma sólida presença evangélica na sociedade. Representando a Aliança Evangélica Mundial (WEA), Gordon Showell-Rogers saudou a iniciativa de criação da aliança brasileira e disse esperar por uma estreita parceria desta com o organismo que tem filiados de 128 países distribuídos em sete grandes regiões do mundo. Também falaram pela organização Silas Tostes, da Associação de Professores de Missões do Brasil (APMB), Débora Fahur, da Rede Evangélica Nacional de Ação Social (Renas) e da organização não governamental (ong) Visão Mundial e o gestor de ongs Christian Gillis.
Após o almoço, instalou-se uma mesa sob a presidência de Oswaldo Prado, missionário do Serviço para a Evangelização da América Latina (Sepal) e pastor da Igreja Presbiteriana Independente. A assembléia deliberou a aprovação da Carta de Princípios e Diretrizes, com ressalvas de aperfeiçoamento, e acolheu os nomes propostos para o Conselho Geral, que por estar incompleto escolherá três dentre os nomes indicados pelo plenário, para o Grupo Coordenador e para o Conselho de Referência. Apesar de aprovado que a Aceb permaneça sem personalidade jurídica, o Conselho Geral terá até três anos para providenciar a formalização. Perguntas e propostas foram encaminhadas à mesa
Um aspecto que mereceu atenção do plenário foi a manutenção financeira da entidade. Por isso, o Conselho Geral estudará os valores a serem pagos pelos filiados institucionais a partir de um plano de custos. Houve quem tenha preferido avaliar melhor quando e se irá filiar-se, mas já existe uma lista de grupos que decidiu integrar a Aceb mesmo antes de sua existência, entre eles a Igreja Metodista, a Igreja Cristã de Nova Vida e a APMB. A relação foi lida pela mesa, mas não consta das comunicações nem circulou em versão impressa.
Virtual inspirador da aliança, Valdir Steuernagel fez o papel de esclarecer e animar o plenário. Em certo momento falou do compromisso da Aceb em não aceitar em seu quadro de filiados entidades sem compromisso com a ética e os princípios mínimos que definem um grupo como evangélico. Para isso, a sua Carta de Princípios parte do Credo Apostólico e relaciona sete marcas da fé, dez valores do Reino de Deus e sete princípios a serem constantemente seguidos.
No meio da tarde os paulistanos sofreram uma chuva forte que caiu no Centro e muitos se retiraram antes da celebração do culto programado para logo após a assembléia.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Hino ao futuro
No canto do olho escorre uma lágrima quando a menina encontra, como nunca, o verdadeiro valor na frase do hino, muitas vezes cantado mas jamais sentido: "Em teu seio, ó liberdade, desafia o nosso peito a própria morte!". Mas pela primeira vez essa lágrima une alegria e orgulho.
Atenta, assiste às incursões da lei no caos da marginália e, embora soubesse que existiria em alguma parte, percebe que o lema "Ordem e Progresso" da bandeira auriverde finalmente se tornam realidade diante de si. Arrebenta enfim a esperança de uma vida melhor.
Vendo a trôpega fuga da corja meliante, é capaz de sentir orgulho de sua própria gente, que trajando chinelo e bermuda ou a camuflagem rajada dos uniformes guarnecidos por fuzis arrojados, a boina preta da tropa de elite ou o colete negro dos investigadores, é a mesma brava gente brasileira pondo em fuga os seus algozes.
Ao despontar a esperança, começa n'alma a convicção de sua própria identidade. Por isso, murmura celebrando o futuro de sua gente: "Verás que um filho teu não foge à luta".
Atenta, assiste às incursões da lei no caos da marginália e, embora soubesse que existiria em alguma parte, percebe que o lema "Ordem e Progresso" da bandeira auriverde finalmente se tornam realidade diante de si. Arrebenta enfim a esperança de uma vida melhor.
Vendo a trôpega fuga da corja meliante, é capaz de sentir orgulho de sua própria gente, que trajando chinelo e bermuda ou a camuflagem rajada dos uniformes guarnecidos por fuzis arrojados, a boina preta da tropa de elite ou o colete negro dos investigadores, é a mesma brava gente brasileira pondo em fuga os seus algozes.
Ao despontar a esperança, começa n'alma a convicção de sua própria identidade. Por isso, murmura celebrando o futuro de sua gente: "Verás que um filho teu não foge à luta".
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Universidade Mackenzie ousou contrariar
Uma verdade incômoda que deve ser dita, mesmo atraindo a fúria de desconstrutivistas.
"Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia
O Salmo 1, juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão. A nossa cultura está mais e mais permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado. Todavia, os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.
Uma das questões que tem chamado a atenção do povo brasileiro é o projeto de lei em tramitação na Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade. A Igreja Presbiteriana do Brasil, a Associada Vitalícia do Mackenzie, pronunciou-se recentemente sobre esse assunto. O pronunciamento afirma por um lado o respeito devido a todas as pessoas, independentemente de suas escolhas sexuais; por outro, afirma o direito da livre expressão, garantido pela Constituição, direito esse que será tolhido caso a chamada lei da homofobia seja aprovada.
A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo de natureza confessional, cristã e reformada, guia-se em sua ética pelos valores presbiterianos. O manifesto presbiteriano sobre a homofobia, reproduzido abaixo, serve de orientação à comunidade acadêmica, quanto ao que pensa a Associada Vitalícia sobre esse assunto:
"Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.
Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, "desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher" (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).
A Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.
Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reafirma seu direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo".
Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie"
"Manifesto Presbiteriano sobre a Lei da Homofobia
O Salmo 1, juntamente com outras passagens da Bíblia, mostra que a ética da tradição judaico-cristã distingue entre comportamentos aceitáveis e não aceitáveis para o cristão. A nossa cultura está mais e mais permeada pelo relativismo moral e cada vez mais distante de referenciais que mostram o certo e o errado. Todavia, os cristãos se guiam pelos referenciais morais da Bíblia e não pelas mudanças de valores que ocorrem em todas as culturas.
Uma das questões que tem chamado a atenção do povo brasileiro é o projeto de lei em tramitação na Câmara que pretende tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade. A Igreja Presbiteriana do Brasil, a Associada Vitalícia do Mackenzie, pronunciou-se recentemente sobre esse assunto. O pronunciamento afirma por um lado o respeito devido a todas as pessoas, independentemente de suas escolhas sexuais; por outro, afirma o direito da livre expressão, garantido pela Constituição, direito esse que será tolhido caso a chamada lei da homofobia seja aprovada.
A Universidade Presbiteriana Mackenzie, sendo de natureza confessional, cristã e reformada, guia-se em sua ética pelos valores presbiterianos. O manifesto presbiteriano sobre a homofobia, reproduzido abaixo, serve de orientação à comunidade acadêmica, quanto ao que pensa a Associada Vitalícia sobre esse assunto:
"Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualismo é homofóbica, e que caracteriza como crime todas essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualismo como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.
Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, "desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher" (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam que a prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).
A Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualismo não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.
Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil reafirma seu direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo".
Rev. Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie"
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Pertenço ao Senhor!
(por mim mesmo)
Na vida ou na morte,
Saúde ou enfermidade,
Rico ou pobre esteja.
Em todo e qualquer momento,
Pertenço ao Senhor!
Chova ou faça sol,
Se a política anda bem,
Se a canalha assalta o trono,
Na cidade ou no campo,
Pertenço ao Senhor!
No templo, na praça,
Alameda ou beco estreito,
Sem eira nem beira,
Com ricos de escol,
Pertenço ao Senhor!
Cantando, calando,
On line ou off line,
Jesus me ama, eu sei.
Por isso digo:
Pertenço ao Senhor!
Na vida ou na morte,
Saúde ou enfermidade,
Rico ou pobre esteja.
Em todo e qualquer momento,
Pertenço ao Senhor!
Chova ou faça sol,
Se a política anda bem,
Se a canalha assalta o trono,
Na cidade ou no campo,
Pertenço ao Senhor!
No templo, na praça,
Alameda ou beco estreito,
Sem eira nem beira,
Com ricos de escol,
Pertenço ao Senhor!
Cantando, calando,
On line ou off line,
Jesus me ama, eu sei.
Por isso digo:
Pertenço ao Senhor!
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