Toda técnica só é válida quando promove o ser humano em conexão com Deus, com o semelhante e com o ecossistema em que vive. Qualquer cultura só tem valor autêntico quando aperfeiçoa as pessoas para estas interagirem assim.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Você tem um projeto de vida?
Há pessoas que pensam a respeito de suas vidas em termos de missão. Existem aquelas de quem dizemos: "Fulano veio ao mundo a trabalho". No entanto, de outras dizemos: "Já Beltrano, veio a passeio". Assim escreveu Paulo: "Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, a fim de que o nome de nosso Senhor Jesus seja glorificado em vós, e vós, nele, segundo a graça do nosso Deus e do Senhor Jesus Cristo" (2 Tessalonicenses 1.11-12). Tenho a certeza de que Deus, ao planejar e dotar a sua vida, querido, querida, disponibilizou tesouros maravilhosos potencialmente "encontráveis" em você - "tesouro em vaso de barro". Por isto, não se deixe convencer de que não dá, não consegue, não merece, não tem vez. Creia que Deus age em sua vida poderosamente e pode levar você a situações que você jamais imaginou. Mas observe que tudo ele fez, faz e fará em você para a glória dele e somente por ele. Sabe por quê? Porque, quando ele é glorificado, em vez de você e eu, todos podem ganhar, pois ele é Deus para fazer a sua vida "decolar", mas é Deus suficientemente poderoso para usar a sua vida para que outras vidas "decolem". Faça de suia vida um projeto que Deus use para a sua glória. você vai ganhar e todo mundo também vai.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
O adeus a Santiago
Com a morte do cinegrafista da TV Bandeirantes, Santiago Andrade, atingido por um rojão na infeliz atuação de baderneiros, que pretendem se confundir com legítimos manifestantes, durante o protesto contra o aumento da tarifa de ônibus no Rio, despedimo-nos de um profissional sério atingido pela irresponsabilidade criminosa desses playboyzinhos da esquerda chique, que se supõem defensores da sociedade. E, pelo que se viu nas imagens colhidas durante o depoimento do tatuador acusado da coautoria do atentado, seus cúmplices não se constrangem e continuarão a protagonizar as arbitrárias demonstrações de crueldade e manifestações criminosas - um deles teria ameaçado o cinegrafista da TV Globo que o filmava nas proximidades da delegacia que investiga o incidente: - "Tomara que você seja o próximo", teria dito o fascistóide. Dá para agüentar isto?
Você já abraçou alguém?
Antes de pregar, sugeri aos presentes que se cumprimentassem e expressassem sua alegria pela participação de outros membros da igreja. Todos, com alegria, saíram de seus lugares para falar uns com os outros. "Por estarem unidos com Cristo, vocês são fortes, o amor dele os anima, e vocês participam do Espírito de Deus. E também são bondosos e misericordiosos uns com os outros. Então peço que me dêem a grande satisfação de viverem em harmonia, tendo um mesmo amor e sendo unidos de alma e mente" (Filipenses 2.1-2 NTLH). É bom começar a semana com o impulso da fraternidade, da alegria, da amizade. Nosso cristianismo só é verdadeiro quando não é apenas um monte de letras nas páginas da Bíblia, mas é vivência concreta que partilhamos na companhia do povo a quem Deus ama e considera seus filhos e filhas. Ainda há muito espaço a ser ocupado por outros irmãos e irmãs ao alcance de nosso abraço. Vamos lá fora chamá-los ao abraço?
Uma receita da vovó
O texto a seguir foi criado por autor que não conheço e que supostamente teria sido apresentado na colação de grau de uma turma de Engenharia da PUC, em 2008. Real ou não, é curioso e tem lá a sua lógica. xxxxxxxxx Aula de mestre ou "A goiabada da vovó"
(Prof. Jorge Ferreira da Silva)
O professor da PUC / Rio de Janeiro, Jorge Ferreira, deu uma última
aula para seus ex-alunos, em 16 de dezembro de 2008. Diante de uma
platéia de formandos, acompanhados de seus pais, o professor paraninfo
da turma discursou sobre o Brasil.
Leia o que disse o Prof. Jorge Ferreira.
"Ilustríssimos Colegas da Mesa, Senhor Presidente, meus queridos
alunos, Senhoras e Senhores.
Para mim é um privilégio ter sido escolhido paraninfo desta turma.
Esta é como se fôra a última aula do curso. O último encontro, que já
deixa saudades. Um momento festivo, mas também de reflexão.
Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de direito, talvez eu
falasse a importância do advogado que defende a justiça e não apenas o
réu. Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de medicina, talvez
eu falasse da importância do médico que coloca o amor ao próximo acima
dos seus lucros profissionais. Mas, como sou paraninfo de uma turma de
engenheiros, vou falar da importância do engenheiro para o
desenvolvimento do Brasil.
Para começar, vamos falar de bananas e do doce de banana, que eu vou
chamar de bananada especial, inventada (ou projetada) pela nossa
vovozinha lá em casa, depois que várias receitas prontas não deram
certo.
É isso mesmo. Para entendermos a importância do engenheiro vamos falar
de bananas, bananadas e vovó.
A banana é um recurso natural, que não sofreu nenhuma transformação.
A bananada é =
a banana +
outros ingredientes +
a energia térmica fornecida pelo fogão +
o trabalho da vovó...
e +
o conhecimento, ou tecnologia da vovó.
Bem, a vovó é a dona do conhecimento, uma espécie de engenheira da culinária.
E a vovó?
A bananada é um produto pronto, que eu vou chamar de riqueza.
Agora, vamos supor que a banana e a bananada sejam vendidas.
Um quilo de banana custa um real.
Já um quilo da bananada custa cinco reais.
Por que essa diferença de preços?
Agora, quando a vovó, ou a indústria, faz a bananada, ela cria
empregos na indústria do açúcar, da cana-de-açúcar, do gás de cozinha,
na indústria de fogões, de panelas, de colheres e até na de
embalagens, porque tudo isto é necessário para se fabricar a bananada.
Porque quando nós colhemos um cacho de bananas na bananeira, criamos
apenas um emprego: o de colhedor de bananas.
Resumindo, 1kg de bananada é mais caro do que 1kg de banana porque a
bananada é igual banana mais tecnologia agregada, e a sua fabricação
criou mais empregos do que simplesmente colher o cacho de bananas da
bananeira.
Agora vamos falar de outro exemplo que acontece no dia-a-dia no
comércio mundial de mercadorias.
Em média: 1kg de soja custa US$ 0,10 (dez centavos de dólar), 1kg de
automóvel custa US$ 10, isto é, 100 vezes mais, 1kg de aparelho
eletrônico custa US$ 100, 1kg de avião custa US$1.000 (10mil quilos de
soja) e 1kg de satélite custa US$ 50.000.
Vejam, quanto mais tecnologia agregada tem um produto, maior é o seu
preço, mais empregos foram gerados na sua fabricação.
Os países ricos sabem disso muito bem. Eles investem na pesquisa
científica e tecnológica.
Por exemplo: eles nos vendem uma placa de computador que pesa 100g por US$ 250.
Para pagarmos esta plaquinha eletrônica, o Brasil precisa exportar 20
toneladas de minério de ferro.
A fabricação de placas de computador criou milhares de bons empregos
lá no estrangeiro, enquanto que a extração do minério de ferro, cria
pouquíssimos e péssimos empregos aqui no Brasil.
O Japão é pobre em recursos naturais, mas é um país rico.
O Brasil é rico em energia e recursos naturais, mas é um país pobre.
Os países ricos, são ricos materialmente porque eles produzem riquezas.
Riqueza vem de rico. Pobreza vem de pobre.
País pobre é aquele que não consegue produzir riquezas para o seu povo.
Se conseguisse, não seria pobre, seria país rico.
Gostaria de deixar bem claro três coisas:
1º) quando me refiro à palavra riqueza, não estou me referindo a jóias
nem a supérfluos. Estou me referindo àqueles bens necessários para que
o ser humano viva com um mínimo de dignidade e conforto;
2º) não estou defendendo o consumismo materialista como uma forma de
vida, muito pelo contrário;
3º) e acho abominável aqueles que colocam os valores das riquezas
materiais acima dos valores da riqueza interior do ser humano.
Existem nações que são ricas, mas que agem de forma extremamente pobre
e desumana em relação a outros povos.
Creio que agora posso falar do ponto principal.
Para que o nosso Brasil torne-se um País rico, com o seu povo vivendo
com dignidade, temos que produzir mais riquezas.
Para tal, precisamos de conhecimento, ou tecnologia já que temos
abundância de recursos naturais e energia.
E quem desenvolve tecnologias são os cientistas e os engenheiros, como
estes jovens que estão se formando hoje.
Infelizmente, o Brasil é muito dependente da tecnologia externa.
Quando fabricamos bens com alta tecnologia, fazemos apenas a parte
final da produção.
Por exemplo: o Brasil produz 5 milhões de televisores por ano e nenhum
brasileiro projeta televisor. O miolo da TV, do telefone celular e de
todos os aparelhos eletrônicos, é todo importado.
Somos meros montadores de kits eletrônicos.
Casos semelhantes também acontecem na indústria mecânica, de remédios
e, incrível, até na de alimentos.
O Brasil entra com a mão-de-obra barata e os recursos naturais. Os
projetos, a tecnologia, o chamado pulo do gato, ficam no estrangeiro,
com os verdadeiros donos do negócio.
Resta ao Brasil lidar com as chamadas caixas pretas.
É importante compreendermos que os donos dos projetos tecnológicos são
os donos das decisões econômicas, são os donos do dinheiro, são os
donos das riquezas do mundo.
Assim como as águas dos rios correm para o mar, as riquezas do mundo
correm em direção aos países detentores das tecnologias avançadas.
A dependência científica e tecnológica acarretou para nós brasileiros
a dependência econômica, política e cultural.
Não podemos admitir a continuação da situação esdrúxula, onde 70% do
PIB brasileiro é controlado por não residentes.
Ninguém pode progredir entregando o seu talão de cheques e a chave de
sua casa para o vizinho fazer o que bem entender.
Eu tenho a convicção que desenvolvimento científico e tecnológico aqui
no Brasil garantirá aos brasileiros a soberania das decisões
econômicas, políticas e culturais.
Garantirá trocas mais justas no comércio exterior.
Garantirá a criação de mais e melhores empregos.
E, se toda a produção de riquezas for bem distribuída, teremos a
erradicação dos graves problemas sociais.
O curso de engenharia da PUC, com todas as suas possíveis
deficiências, visa a formar engenheiros capazes de desenvolver
tecnologias.
É o chamado engenheiro de concepção, ou engenheiro de projetos.
Infelizmente, o mercado nacionalizado nem sempre aproveita todo este
potencial científico dos nossos engenheiros.
Nós, professores, não podemos nos curvar às deformações do mercado.
Temos que continuar formando engenheiros com conhecimentos iguais aos
melhores do mundo.
Eu posso garantir a todos os presentes, principalmente aos pais, que
qualquer um destes formandos é tão ou mais inteligente do que qualquer
engenheiro americano, japonês ou alemão.
Os meus quase trinta anos de magistério, lecionando desde o antigo
ginásio até a universidade, dá-me autoridade para afirmar que o
brasileiro não é inferior a ninguém, pelo contrário, dizem até que
somos muito mais criativos do que os habitantes do chamado primeiro
mundo.
O que me revolta, como professor cidadão, é ver que as decisões
políticas tomadas por pessoas despreparadas ou corruptas, são
responsáveis pela queima e destruição de inteligências brasileiras que
poderiam, com o conhecimento apropriado, transformar o nosso Brasil
num país florescente, próspero e socialmente justo.
Acredito que o mundo ideal seja aquele totalmente globalizado, mas uma
globalização que inclua a democratização das decisões e a distribuição
justa do trabalho e das riquezas.
Infelizmente, isto ainda está longe de acontecer, até por limitações
físicas da própria natureza.
Assim, quem pensa que a solução para os nossos problemas virá lá de
fora, está muito enganado.
O dia que um presidente da República, em vez de ficar passeando como
um dândi pelos palácios do primeiro mundo, resolver liderar um
autêntico projeto de desenvolvimento nacional, certamente o Brasil vai
precisar, em todas as áreas, de pessoas bem preparadas.
Só assim seremos capazes de caminhar com autonomia e tomar decisões
que beneficiem verdadeiramente a sociedade brasileira.
Será a construção de um Brasil realmente moderno, mais justo, inserido
de forma soberana na economia mundial e não como um reles fornecedor
de recursos naturais e mão-de-obra aviltada.
Quando isto ocorrer, e eu espero que seja em breve, o nosso País
poderá aproveitar de forma muito mais eficaz a inteligência e o
preparo intelectual dos brasileiros e, em particular, de todos vocês,
meus queridos alunos, porque vocês já foram testados e aprovados.
Finalmente, gostaria de parabenizar a todos os pais pela contribuição
positiva que deram à nossa sociedade possibilitando a formação dos
seus filhos no curso de engenharia da PUC.
A alegria dos senhores, também é a nossa alegria.
Muito Obrigado."
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Você também viu o bebê de Goiânia?
Eu vi e fiquei emocionado. Um choque! A menininha nasceu pelo lado da mãe, após a batida de dois caminhões. Nasceu do susto, já sem pai e sem a mãe, que se agüentou viva apenas até ser cortado o cordão umbilical.
Na Bíblia, os pastores do entorno de Belém são instruídos pelo anjo sobre o nascimento da divina criança, em Lucas 2.12: "E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura".
Os anônimos pastores são encaminhados ao cenário da Natividade, em particular a uma criança que dormia numa manjedoura, ao improviso e sem qualquer proteção do Estado, que aliás, iria perseguir todas as criancinhas.
Em Goiânia, populares acorreram para ajudar a família daquela tragédia, até que o Estado se fizesse presente, por meio de paramédicos de plantão, os quais finalizaram as providências antecipadas pelos voluntários. Louvamos a Deus por essas providências e pela infraestrutura disponível na atualidade. Agora, sob os cuidados profissionais e acompanhada por parentes, a criança não corre perigo. E vemos que a dor e perplexidade pela morte brutal dos pais da menina goiana se antevêem no relato natalino, com o menino Jesus assumindo, previamente, o lugar dela e de tantas outras crianças desamparadas ao redor do mundo. De fato, Deus se identifica conosco em toda e qualquer situação em que nos encontramos, até com uma criança. Mesmo esta, que, ao contrário do que se possa supor, nasceu sob o olhar e cuidado do nosso Deus de amor.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Quem está sem energia aí?
A crise energética aumenta os casos de apagões no fornecimento de energia elétrica. Todos os dias ouvimos falar de blackouts em muitas cidades. Há pessoas que, além disso, sofrem apagões espirituais. Mas a Bíblia ensina, em Isaías 40.28-30: “Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam”. A crise energética, sabe-se lá quando será resolvida, mas para a falta de energia espiritual Jesus é a solução que Deus providenciou. Ligue nele a sua tomada, recarregue nele as suas baterias da alma.
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Que palavra você espera do Senhor? – Parte 2
Lemos, em João 11, que Jesus chamou Lázaro da morte e este tornou à vida. Mas acordar da morte não é algo simples de descrever. E a narrativa do Salmo 130 dá-nos uma pista: “Se observares, Senhor, iniqüidades, quem, Senhor, subsistirá? Contigo, porém, está o perdão, para que te temam” (vv.3-4). É preciso sondar, com a ajuda da Bíblia, em oração e sujeição ao Espírito Santo, se em nossas vidas existem iniqüidades a serem confessadas e abandonadas. Não há porque se preocupar com como Deus pode perdoar certos pecados. Só é necessário arrependimento, confissão e mudança no agir; o mais é com Deus. É importantíssimo valorizar o perdão de Deus, pois é a partir dele que se inicia uma vida de temor (profundo respeito e acentuado amor) a Deus. Ele é a fonte do perdão amoroso que não guarda rancor.
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