Não há orgulho espiritual que mantenha os cristãos na condição de autênticos cristãos por mais que uma geração. Obviamente, refiro-me a um cristianismo centrado na Bíblia e que se propõe a continuar a existência da Igreja cristã sem querer reinventá-la.
O ângulo pelo qual observo é, provavelmente, o mesmo pelo qual o fez João Wesley, no século XVIII: " I am not afraid that the people called Methodists should ever cease to exist either in Europe or America. But I am afraid lest they should only exist as a dead sect, having the form of religion without the power. And this undoubtedly will be the case unless they hold fast both the doctrine, spirit, and discipline with which they first set out." ("Não tenho medo de que os assim chamados metodistas deixem de existir, seja na Europa ou na América. Mas temo que eles existam apenas como uma seita morta, tendo a forma de religião sem o poder. Este sem dúvida será o caso a menos que conservem firmemente a doutrina, o espírito e a disciplina com os quais começaram.").
Por isso, que Deus tenha misericórdia de todos nós.
Toda técnica só é válida quando promove o ser humano em conexão com Deus, com o semelhante e com o ecossistema em que vive. Qualquer cultura só tem valor autêntico quando aperfeiçoa as pessoas para estas interagirem assim.
domingo, 22 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Favelas em Petrópolis ameaçam o idealismo romântico
Meu romantismo incurável fica arrevesado toda vez que vou a Petrópolis. O clima, o verde das matas e dos jardins salpicados de hortênsias, os nobres casarões do passado, enfim, coisas que inevitavelmente atuam em meu consciente e no subconsciente também. Com a esposa na Cidade Imperial, a inspiração vem à tona, mas, entre um apfelstrudel com café na Rua do Imperador e uma passada em frente à catedral de São Pedro de Alcântara, vemos, até sem querer, a quantas anda o estado de saúde econômica dessa jóia serrana.
Se, por um lado, o turismo petropolitano aparentemente não avançou muito, também não regrediu. Poderia ser melhor, mas faltam-me aqui dados mais concretos. Apesar disto, a imprensa do lugar aponta para seqüelas das chuvas de janeiro de 2011: caiu o número de visitantes no Museu Imperial, a antiga residência de verão da família de Pedro II. Perdem a economia, a cultura e o povo em geral. Mesmo a visão de uma capivara que passeia livremente às margens do rio Piabanha não será suficiente para incrementar, no sinuoso Centro do município, o turismo ecológico que lhe faria tão bem.
E andando pelo traçado histórico da cidade, não resistimos a comprar, na banca mesmo, como outrora se fazia, o periódico fresquinho com sotaque da serra. Desprovido de acesso à internet no quase isolamento das matas do Sertão do Carangola, leio na primeira página do jornal Tribuna de Petrópolis (27/12/2011) a manchete que preocupa: “Favelas da cidade cresceram 3.000%”. A matéria, explorada na página 3, mostra que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados do Censo 2010, com os números da favelização no município.
A população que mora em favelas cresceu assustadoramente desde o censo feito em 2000, quando existia apenas uma favela e esta com 110 domicílios precários e 820 pessoas residentes. Pelo estudo, em 2010, eram 25.117 habitantes vivendo em 15 favelas. Um aumento de 2.963%. A matéria informa que, atualmente, nas favelas de Petrópolis, o que mais preocupa população e autoridades não é a violência e sim a falta de infra-estrutura e riscos oriundos de desastres naturais.
É visível, nas médias cidades da Serra fluminense, o processo de favelização das periferias e encostas. Um dos resultados que mais aparece para a população em geral é a crônica situação de risco dos moradores dessas áreas. Sobretudo com enchentes e deslizamentos. Mas não é só isso. O estado precário do saneamento, da coleta de lixo, dos transportes públicos e da saúde deixa muito a desejar. E quem precisa dessas coisas – quase todos – tem de se sujeitar, às vezes, a humilhações, como longas filas em postos de saúde, insalubridade em bairros antes bucólicos e o desgaste para ir e vir.
Como ter um turismo de qualidade, em condições de competir com países onde esta atividade tem melhor suporte e é oferecida com mais qualidade de infra-estrutura e de mão-de-obra, com mais planejamento e organização?
Mas é possível melhorar e os trabalhadores serranos são capazes e têm vontade de aperfeiçoar o que fazem de melhor: receber visitantes. Já é visível a melhora da qualidade da água do rio Piabanha, principal curso d’água da cidade. Tomara que aconteça o mesmo em outros rios. E há outros avanços.
Além da profissionalização de funcionários para o turismo e o surgimento de empresas dedicadas ao setor, palmas, por exemplo, para a correta decisão de, em cada produto do município, haver no rótulo a coroa imperial como emblema, projetando para além da cidade a manufatura local com a informação "Produto de Petrópolis". Outra medida valiosa a ser aprimorada é o estímulo à qualificação de jovens e reciclagem de idosos para os setores turístico e de confecções, atividade em que Petrópolis e outras cidades serranas se destacam virtualmente. Há ainda o setor da pesquisa e da preservação ecológica, que pode alavancar profissionais de alta qualificação e valorizados no mercado internacional.
Como todo romântico, espero que em minha próxima ida à Serra haja mais verde e menos favelas e que a boa qualidade de vida deixe as pessoas mais felizes.
Fotos: catedral - pt.wikipedia.org / favela - folhapopular.net.br
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O que é isso na TV?
Luciano P. Vergara
Liguem as luzes dos giroflexes! Ponham as patrulinhas na rua! A malta do reality show deita e rola na baixeza. Aquela gentalha escalada para o entretenimento que vai transformando a programação televisiva em uma sucessão de vilezas cada vez mais nojentas, agora, protagoniza um caso policial na tela da TV.
Passando pela banca de jornais, vejo um que traz na primeira página: "Deu ruim no BBB. Pode ter havido estupro em reality show".
Asco! Essa polêmica serve apenas para aquecer a morbidez de uma multidão de cabeças-ocas em torno de um inútil formato de programa, que emissoras como a Globo e a Record têm tido a desfaçatez de empurrar goela abaixo de milhões de telespectadores.
É lamentável, mas apesar do mau gosto beirar a falsidade ideológica, o atentado ao pudor, o assassinato cultural e, agora, uma suspeita de estupro, a Justiça não tem um de seus representantes que proponha sequer uma reunião com os magnatas da TV para pedir a elevação do nível. Difícil crer que, com a conjunção carnal não consentida sob o edredom diante da câmera, a justiça vá levantar-se para fazer alguma coisa a respeito.
Para mim, isto é a indisposição geral para vencer a letargia do estado moral pecaminoso de grandes e pequenos que não encontra ressonância na consciência nacional. Não adianta as massas desaprovarem hipocritamente, abanarem a cabeça, se os olhos buscam com sofreguidão impudica imagens que só fazem reforçar o sucesso maligno desse tipo de entretenimento.
Os cretinos que saciam sua mórbida curiosidade nas cenas insólitas que a TV expõe sem escrúpulos ainda vão acusar os protagonistas do suposto estupro televisado. De certo, irão chamar as "despersonalidades" do Plim-Plim de indecentes, vulgares, desclassificados. Quanta indignação, não é mesmo?
Mas a cereja esperada desse bolo será ouvir de produtores que é intocável a liberdade de expressão. Os falsos profetas da cultura de massa usam sistematicamente essa desculpa, a mais deslavada das conversas-moles, para seguirem vomitando lixo dentro dos lares inertes. Crime? Marketing? Com certeza, uma agressão ao recesso de nossos domicílios.
Um jornal carioca refere uma jovem "trêbada", informando o vexame sofrido sob o edredom, por baixo do qual um gaiato, com ou sem ela deixar, aplica-lhe um insolente vai-e-vem. A jovem em questão diz que, embriagada como se achava, não sabe se fez ou deixou de fazer. Sua família se encoleriza de indignação pelo modo como o atrevido se aproveitou de sua meiga inocência.
Aliás, outras famílias dizem-se "chocadas" com o comportamento do malfeitor. Será, contudo, que estão dispostos a abandonar o televisor ou estariam, em verdade, querendo ver mais detalhes do insólito intercurso? Que canalha!
Enquanto o "ibope" do mal estoura os cofres dessa corja e as coisas ficam como o diabo gosta, a decantada liberdade de expressão, fruto da luta por um direito inalienável, acaba sendo desculpa para o entulhamento espiritual da gente brasileira. Situação deplorável, que requer atitude mais extremada: o boicote a essa programação de mau gosto.
Sem telespectadores dispostos a assistir à enxurrada de mediocridades que desfila solertemente no ecrã colorido, acaba-se o patrocínio. Sem verba, adeus BBB!
Liguem as luzes dos giroflexes! Ponham as patrulinhas na rua! A malta do reality show deita e rola na baixeza. Aquela gentalha escalada para o entretenimento que vai transformando a programação televisiva em uma sucessão de vilezas cada vez mais nojentas, agora, protagoniza um caso policial na tela da TV.
Passando pela banca de jornais, vejo um que traz na primeira página: "Deu ruim no BBB. Pode ter havido estupro em reality show".
Asco! Essa polêmica serve apenas para aquecer a morbidez de uma multidão de cabeças-ocas em torno de um inútil formato de programa, que emissoras como a Globo e a Record têm tido a desfaçatez de empurrar goela abaixo de milhões de telespectadores.
É lamentável, mas apesar do mau gosto beirar a falsidade ideológica, o atentado ao pudor, o assassinato cultural e, agora, uma suspeita de estupro, a Justiça não tem um de seus representantes que proponha sequer uma reunião com os magnatas da TV para pedir a elevação do nível. Difícil crer que, com a conjunção carnal não consentida sob o edredom diante da câmera, a justiça vá levantar-se para fazer alguma coisa a respeito.
Para mim, isto é a indisposição geral para vencer a letargia do estado moral pecaminoso de grandes e pequenos que não encontra ressonância na consciência nacional. Não adianta as massas desaprovarem hipocritamente, abanarem a cabeça, se os olhos buscam com sofreguidão impudica imagens que só fazem reforçar o sucesso maligno desse tipo de entretenimento.
Os cretinos que saciam sua mórbida curiosidade nas cenas insólitas que a TV expõe sem escrúpulos ainda vão acusar os protagonistas do suposto estupro televisado. De certo, irão chamar as "despersonalidades" do Plim-Plim de indecentes, vulgares, desclassificados. Quanta indignação, não é mesmo?
Mas a cereja esperada desse bolo será ouvir de produtores que é intocável a liberdade de expressão. Os falsos profetas da cultura de massa usam sistematicamente essa desculpa, a mais deslavada das conversas-moles, para seguirem vomitando lixo dentro dos lares inertes. Crime? Marketing? Com certeza, uma agressão ao recesso de nossos domicílios.
Um jornal carioca refere uma jovem "trêbada", informando o vexame sofrido sob o edredom, por baixo do qual um gaiato, com ou sem ela deixar, aplica-lhe um insolente vai-e-vem. A jovem em questão diz que, embriagada como se achava, não sabe se fez ou deixou de fazer. Sua família se encoleriza de indignação pelo modo como o atrevido se aproveitou de sua meiga inocência.
Aliás, outras famílias dizem-se "chocadas" com o comportamento do malfeitor. Será, contudo, que estão dispostos a abandonar o televisor ou estariam, em verdade, querendo ver mais detalhes do insólito intercurso? Que canalha!
Enquanto o "ibope" do mal estoura os cofres dessa corja e as coisas ficam como o diabo gosta, a decantada liberdade de expressão, fruto da luta por um direito inalienável, acaba sendo desculpa para o entulhamento espiritual da gente brasileira. Situação deplorável, que requer atitude mais extremada: o boicote a essa programação de mau gosto.
Sem telespectadores dispostos a assistir à enxurrada de mediocridades que desfila solertemente no ecrã colorido, acaba-se o patrocínio. Sem verba, adeus BBB!
domingo, 15 de janeiro de 2012
Igreja ensinadora
As despedidas dos pastores da Igreja Metodista de Vila Isabel, Ronan, Adilson e Luciano, bem como as homenagens, não param. Gestos de mútuo apreço são expressados com muita riqueza.
De minha perspectiva, a Igreja de Vila Isabel é um espaço pródigo em lições. Não é perfeita, pois seria impossível aprender apenas com a perfeição. Verificamos que a imperfeição é essencial ao crescimento, à busca da maturidade. Mesmo imperfeita é enriquecedora. Sobretudo quando a diversidade atua de modo tão estimulante e abre-nos perspectivas tão variadas e iluminadoras.
Por isso, sou imensamente grato a Deus e a essa comunidade eclesial, que tem sido uma escola inestimável ao longo de nove anos de pastorado.
De minha perspectiva, a Igreja de Vila Isabel é um espaço pródigo em lições. Não é perfeita, pois seria impossível aprender apenas com a perfeição. Verificamos que a imperfeição é essencial ao crescimento, à busca da maturidade. Mesmo imperfeita é enriquecedora. Sobretudo quando a diversidade atua de modo tão estimulante e abre-nos perspectivas tão variadas e iluminadoras.
Por isso, sou imensamente grato a Deus e a essa comunidade eclesial, que tem sido uma escola inestimável ao longo de nove anos de pastorado.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Arco-íris
O texto a seguir foi escrito antes do Natal de 2011, mas só foi postado em janeiro de 2012. Mas o mais importante dele não é a época e sim a reflexão que ele pretende ensejar.
As chuvas que têm marcado estes últimos dias da primavera no Rio de Janeiro deixam sempre um arco-íris que se exibe a nordeste de onde o vejo. Vejo-o sobre a Serra do Mar, como que cobrindo Teresópolis ou, melhor, como um dossel para o Dedo de Deus.
Um arco-íris, a despeito de ser um mero fenônemo físico de refração da luz difundida na atmosfera quando permeada pelas gotículas de água nas nuvem que flutuam baixas, perto do chão, anuncia a fidelidade e a misericórdia de Deus para com a espécie humana. Observá-lo no céu, contra o fundo plúmbeo das nuvens de chuva, inspira a certeza de que Ele é paciente, benigno e demorado em irar-se. No entanto, a quem se esquece de que Deus é clemente, mas também é justo, o mesmo arco-íris que anuncia longanimidade traz consigo a advertência da punibilidade dos filhos de Adão.
E justamente a propósito de continuarmos a ver o arco-íris, é que sua figura se faz tão atual e necessária. Sim, e isso exatamente pelo fato de que a raça humana se tem tornado cada vez mais cínica e insensível e sempre, sempre mais ensandecida pelo êxtase de suas culpas. Por mais informada e esclarecida, ela só sabe aumentar a sanha de sua opressão, a malignidade de sua violência, a insensatez de seus crimes contra tudo que vive sob a abóbada celeste.
Floresce sob o céu a civilização moderna – que só é de fato moderna para minorias que, afortunadamente, conseguem desfrutar dos avanços jurídicos, sociais e tecnológicos da atualidade. Mas na medida em que a humanidade ocupa espaços, contraditoriamente oscila entre luxo e miséria, conforto e sofrimento, gênio e estupidez, beleza e fealdade.
Ver no céu o arco da aliança de paz é, ao mesmo tempo, a certeza de que nenhum temporal, por pior que seja, jamais poderá destruir a humanidade e que, igualmente, Deus impõe a si mesmo o ônus da vigilância e do juízo sobre o que faz essa humanidade, responsável, queira ou não, por seus rumos sobre a Terra.
As chuvas que têm marcado estes últimos dias da primavera no Rio de Janeiro deixam sempre um arco-íris que se exibe a nordeste de onde o vejo. Vejo-o sobre a Serra do Mar, como que cobrindo Teresópolis ou, melhor, como um dossel para o Dedo de Deus.
Um arco-íris, a despeito de ser um mero fenônemo físico de refração da luz difundida na atmosfera quando permeada pelas gotículas de água nas nuvem que flutuam baixas, perto do chão, anuncia a fidelidade e a misericórdia de Deus para com a espécie humana. Observá-lo no céu, contra o fundo plúmbeo das nuvens de chuva, inspira a certeza de que Ele é paciente, benigno e demorado em irar-se. No entanto, a quem se esquece de que Deus é clemente, mas também é justo, o mesmo arco-íris que anuncia longanimidade traz consigo a advertência da punibilidade dos filhos de Adão.
E justamente a propósito de continuarmos a ver o arco-íris, é que sua figura se faz tão atual e necessária. Sim, e isso exatamente pelo fato de que a raça humana se tem tornado cada vez mais cínica e insensível e sempre, sempre mais ensandecida pelo êxtase de suas culpas. Por mais informada e esclarecida, ela só sabe aumentar a sanha de sua opressão, a malignidade de sua violência, a insensatez de seus crimes contra tudo que vive sob a abóbada celeste.
Floresce sob o céu a civilização moderna – que só é de fato moderna para minorias que, afortunadamente, conseguem desfrutar dos avanços jurídicos, sociais e tecnológicos da atualidade. Mas na medida em que a humanidade ocupa espaços, contraditoriamente oscila entre luxo e miséria, conforto e sofrimento, gênio e estupidez, beleza e fealdade.
Ver no céu o arco da aliança de paz é, ao mesmo tempo, a certeza de que nenhum temporal, por pior que seja, jamais poderá destruir a humanidade e que, igualmente, Deus impõe a si mesmo o ônus da vigilância e do juízo sobre o que faz essa humanidade, responsável, queira ou não, por seus rumos sobre a Terra.
Nova nomeação
Fui nomeado para a Igreja Metodista de Copacabana. E agora? Vejo nisto a resposta de Deus e sua mão mostrando o caminho a seguir.
Sou grato à Igreja Metodista de Vila Isabel por seu apoio nesses nove anos de serviço e manterei com ela uma relação sempre cordial e de carinho. Saúdo a Igreja de Copacabana com a graça e a paz do Senhor Jesus Cristo na expectativa de iniciar uma relação de comunhão e serviço, dedicando-me ao ministério que o Senhor e a Igreja me confiaram.
Aos colegas com quem trabalhei e com quem trabalharei, minha leal estima e consideração.
Sou grato à Igreja Metodista de Vila Isabel por seu apoio nesses nove anos de serviço e manterei com ela uma relação sempre cordial e de carinho. Saúdo a Igreja de Copacabana com a graça e a paz do Senhor Jesus Cristo na expectativa de iniciar uma relação de comunhão e serviço, dedicando-me ao ministério que o Senhor e a Igreja me confiaram.
Aos colegas com quem trabalhei e com quem trabalharei, minha leal estima e consideração.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Ariovaldo Ramos fala no Fórum da Aliança Cristã Evangélica
Está disponível o vídeo com Ariovaldo Ramos falando no I Fórum da Aliança Evangélica, na 1ª Igreja Batista de Brasília (24 a 26/11/2011). Clique no título acima.
Assinar:
Postagens (Atom)