Toda técnica só é válida quando promove o ser humano em conexão com Deus, com o semelhante e com o ecossistema em que vive. Qualquer cultura só tem valor autêntico quando aperfeiçoa as pessoas para estas interagirem assim.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
qual é a verdade sobre o ataque à frota humanitária?
Enquanto a maior parte do mundo que se pretende civilizado desconhece o que é viver cercado de inimigos e com a constante possibilidade de ataques terroristas, o governo do Estado de Israel apresenta um comportamento esquizofrênico, já que não dá para garantir ao seu uma consistente sensação de segurança.
Aos poucos, os fatos estão vindo à luz. A desigualdade de forças já não parece tão gritante à medida que a opinião pública vai conhecendo quem eram os ativistas. Uma maioria de “bois de piranha” (incluindo brasileiros) estimulados por facções ligadas a terroristas líbano-palestinos com ramificações e apoio de grupos radicais de vários países islâmicos embarcaram em um flotilha humanitária. O comboio singra o mar numa rota que todos sabem potencialmente ameaçadora para o que o Estado israelense define como a sua segurança nacional. A bordo, os tripulantes cantam canções ideológicas que evocam a destruição de Israel. No interior das naus dos insensatos, o confronto dos oponentes leva a uma radicalização dos papéis que alcança níveis de loucura. Daí, não se pode concluir outra coisa: o fim dessa operação já era previsível.
Fica bem claro que o resultado não foi um acidente; a coisa foi calculada. Alguém, com interesse bem definido, administrou a ida daquelas pessoas para a morte. E o efeito foi bem plantado: a indignação internacional contra a brutalidade de Israel e a pressão dos países por sansões.
O melhor que Israel pode fazer sem ter que abrir mão de prover a segurança do seu território e a continuidade de seus interesses geopolíticos é aprender a lidar com esse tipo de ação. O que fez Israel que outro país também não faria se se visse ameaçado? Mas, no caso israelense, essas ações precisam mais de inteligência do que de força. Talvez, criar parcerias temporárias com nações neutras para vigiar suas fronteiras marítimas e terrestres, já pensando na possibilidade de se policiarem também os céus. Tudo isso é muito complexo, sem dúvida. Que país relativizaria o seu direito a prevenir sua própria soberania dividindo com outros o controle de suas fronteiras? Mas em seu caso, é possível que algo assim ajudasse a prevenir simulações destinadas a plantar chacinas e, depois, apontar para a monstruosidade do estado judeu.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Pacto de Lausanne, referência na evangelização contemporânea

INTRODUÇÃO
Nós, membros da Igreja de Jesus Cristo, procedentes de mais de 150 nações, participantes do Congresso Internacional de Evangelização Mundial, em Lausanne, louvamos a Deus por sua grande salvação, e regozijamo-nos com a comunhão que, por graça dele mesmo, podemos ter com ele e uns com os outros. Estamos profundamente tocados pelo que Deus vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e desafiados pela tarefa inacabada da evangelização. Acreditamos que o evangelho são as boas novas de Deus para todo o mundo, e por sua graça, decidimo-nos a obedecer ao mandamento de Cristo de proclamá-lo a toda a humanidade e fazer discípulos de todas as nações. Desejamos, portanto, reafirmar a nossa fé e a nossa resolução, e tornar público o nosso pacto.
1. O Propósito de Deus
Afirmamos a nossa crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do Mundo, Pai, Filho e Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o propósito da sua vontade. Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente ao mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino, edificar o corpo de Cristo, e também para a glória do seu nome. Confessamos, envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e falhamos em nossa missão, em razão de nos termos conformado ao mundo ou nos termos isolado demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato de que, mesmo transportado em vasos de barro, o evangelho continua sendo um tesouro precioso. À tarefa de tornar esse tesouro conhecido, no poder do Espírito Santo, desejamos dedicar-nos novamente.
2. A Autoridade e o Poder da Bíblia
Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e autoridade das Escrituras tanto do Velho como do Novo Testamento, em sua totalidade, como única Palavra de Deus escrita, sem erro em tudo o que ela afirma, e a única regra infalível de fé e prática.
Também afirmamos o poder da Palavra de Deus para cumprir o seu propósito de salvação. A mensagem da Bíblia destina-se a toda a humanidade, pois a revelação de Deus em Cristo e na Escritura é imutável. Através dela o Espírito Santo fala ainda hoje. Ele ilumina as mentes do povo de Deus em toda cultura, de modo a perceberem a sua verdade, de maneira sempre nova, com os próprios olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção cada vez maior da multiforme sabedoria de Deus.
3. A Unicidade e a Universalidade de Cristo
Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de Deus na natureza. Mas negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça, suprimem a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele próprio o único Deus-homem, que se ofereceu a si mesmo como único resgate pelos pecadores, é o único mediador entre Deus e os homems. Não existe nenhum outro nome pelo qual importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam.
Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e condenam-se à separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como "o Salvador do mundo" não é afirmar que todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que todas as religiões ofereçam salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.
4. A Natureza da Evangelização
Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os que se arrependem e crêem. A nossa presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito de esconder o custo do discipulado.
Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo, o ingresso em sua igreja e um serviço responsável no mundo.
5. A Responsabilidade Social Cristã
Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.
6. A Igreja e a Evangelização
Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que
pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.
7. Cooperação na Evangelização
Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de experiências.
8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização
Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial, demonstrando assim que a responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas, portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas como para enviar missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim, haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus pela existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação teológica, no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados. Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma avaliação correta de sua efetividade como parte da missão da igreja.
9. Urgência da Tarefa Evangelística
Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber as boas novas.
Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os necessitados como para a evangelização deles.
10. Evangelização e Cultura
O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as culturas. As missões muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.
11. Educação e Liderança
Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para líderes eclesiáticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.
12. Conflito Espiritual
Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de discernimento para salvaguardar o evangelho bíblico.
Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes à aceitação do mundanismo em nossos atos e ações, ou seja, ao perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas bem preparadas, valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma desonesta. Tudo isto é mundano. A igreja deve estar no mundo; o mundo não deve estar na igreja.
13. Liberdade e Perseguição
É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições de paz, de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem quaisquer interferências. Portanto, oramos pelos líderes das nações e com eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que vem expresso na Declaração Universal do Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda preocupação com todos os que têm sido injustamente encarcerados, especialmente com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus.
Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo, recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho, seja a que custo for. Nós não nos esquecemos de que Jesus nos previniu de que a perseguição é inevitável.
14. O Poder do Espírito Santo
Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.
15. O Retorno de Cristo
Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de Deus, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus aperfeiçoará o seu reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em que a justiça habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, rededicamo-nos ao serviço de Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de nossas vidas.
CONCLUSÃO
Portanto, à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós.
Que Deus nos ajude por sua graça e para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto!
Amém. Aleluia!
Fonte: www.lausanne.org
terça-feira, 9 de março de 2010
Este hino, canta quem é carioca

"CIDADE MARAVILHOSA" - O hino da Cidade do Rio de Janeiro
Letra e música por André Filho
Estribilho:
Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil
Cidade maravilhosa, coração do meu Brasil
Berço do samba e das lindas canções
Que vivem n'alma da gente.
És o altar dos nossos corações,
Que cantam alegremente.
Estribilho
Jardim florido de amor e saudade,
Terra que a todos seduz
Que Deus te cubra de felicidade,
Ninho de sonho e de luz
Estribilho
Ref.: Lei nº 5, de 25.08.1960; Lei nº 488, de 27.10.1964
terça-feira, 2 de março de 2010
Louvor a caminho do céu comove bombeiros no ES

Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, em Serra.
Os veículos – cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey – bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15min, no quilômetro 277, no Município de Serra. Os pastores vitimados estavam na parte traseira do carro.
Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão – de uma empresa de cerveja – não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.
Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros motoristas ficou ferido.
O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.
Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, em Serra.
A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde.
O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do amigo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.
O mais comovente do triste episódio foi o relato feito pelos dois pastores sobreviventes e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, mas que permaneciam presos nas ferragens.
As testemunhas citadas acima contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a muito sangue, começaram a cantar o hino 187 da Harpa Cristã:
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti.
Sempre hei de suplicar:
Mais perto quero estar, (2x)
Meu Deus, de ti!
Andando triste aqui, na solidão,
Paz e descanso a mim teus braços dão.
Nas trevas vou sonhar,
Mais perto quero estar, (2x)
Meu Deus, de ti!
Minh'alma cantará
A ti Senhor!
E em Betel alçará
Padrão de Amor.
Eu sempre hei de rogar:
Mais perto quero estar (2x)
Meu Deus, de ti!
E quando Cristo, enfim,
Me vier chamar,
Nos céus, com serafins
Irei morar.
Então me alegrarei,
Perto de ti, meu Rei, (2x)
Meu Deus, de ti!
Aos poucos, suas vozes foram silenciando para sempre. As lágrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porém jamais viram alguém morrer cantando um hino, como no caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão.

Três pessoas morreram em um engavetamento entre sete veículos na Rodovia do Contorno - BR 101 - na Serra na manhã deste sábado (9). Cinco caminhões, um carro de passeio e uma moto se envolveram nas colisões
O motociclista e dois pastores da igreja Assembleia de Deus, que estavam em um veículo modelo Del Rey, morreram no local. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) o acidente aconteceu por volta das 8h20 no quilômetro 276.
O Del Rey era conduzido pelo pastor Dimas Cipriano, que sobreviveu e não sofreu ferimentos. Ele e outros três pastores seguiam de Alegre, Sul do Espírito Santo, para Nova Carapina II. O grupo participaria de um encontro da igreja. Um dos caminhões teria batido na traseira do veículo de passeio. O carro, assim como a moto, ficou destruído.
Os pastores Nelson Palmeira e José Valadão Souza morreram no local. Um outro pastor, Benedito Bispo, que também estava no Del Rey, foi socorrido em estado grave para o hospital Dórios Silva, na Serra. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação (Sesa), o quadro dele é estável. O motociclista foi identificado como Jonas Pereira da Silva.
Engarrafamentos de cerca de dois quilômetros se formaram nos dois sentidos da rodovia. Por volta das 10h a PRF liberou o sentido Serra-Cariacica, mas o tráfego de veículos segue lento enquanto são realizados os trabalhos do Corpo de Bombeiros e da perícia da Polícia Civil.
Fonte: Gazeta On Line (Jornal A Gazeta – Vitória, ES – sábado, 09/01/10)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Evangélicos que falam português
Tem sido um pensamento freqüente agregar competências em diaconias e ações pastorais que contenham também representativade local, regional e internacional do universo cristão, em especial no âmbito de igrejas evangélico-protestantes.
O texto a seguir foi produzido sem preocupações acadêmicas, como um sinalizador, uma espécie de estimulador, para tentar dar início a alguma discussão. Ele pode e deve ser criticado, pois não passa de um rascunho a ser emendado.
É desejável que quem fique sensibilizado viesse somar-se visando a uma eventual concretização dessa idéia que é agregar entidades cristãs evangélicas lusofônicas em torno de reflexões e ações transformadoras.
Pode ser e é de fato uma utopia, mas se um dia vier a se concretizar e integrar organismos como a Aliança Evangélica Mundial (WEA) e manter diálogos com outros organismos regionais. Por baixo, as igrejas locais lusófonas ganham uma representatividade em foruns internacionais e, na melhor das hipóteses, as igrejas locais saem fortalecidas pelo respaldo e diálogo permanentes com seus pares.

Uma aliança evangélica para as comunidades de língua portuguesa
Quase 300 milhões de seres humanos, espalhados por todos os continentes, usam a língua portuguesa para exprimir suas idéias e vontades, para interagir com vizinhos geográficos e vizinhos culturais, para incutir princípios e valores, sobretudo em suas crianças. Em oito países, além das populações de Macau, na China, Goa, na Índia, e comunidades migrantes espalhadas mundo afora, essas pessoas têm consagrado o português como o idioma de seu dia-a-dia.
A língua portuguesa, a sexta mais falada no mundo, dispõe de vastíssima literatura e recebe um considerável volume de obras cristãs escritas, faladas ou cantadas com o intuito de alcançar a quem pratica o idioma. Inumeráveis congregações cristãs empregam quotidianamente a Bíblia e outras peças de comunicação vertidas em português. Com esse grau de desenvolvimento do vernáculo, é de se esperar que as comunidades que falam e escrevem em português tenham a capacidade de se enxergar mutuamente e que possam se organizar e articular ações de intercâmbio e sinergia que lhes permita o desenvolvimento humano em bases cristãs. Isso quer dizer que a identidade lingüística é fundamental nas estratégias que buscam mais desenvolvimento cultural e intelectual, social e político, econômico, jurídico. É fácil de compreender que isso significaria mais segurança, identidade e determinação, maturidade política, enfim, mais civilização.
Os objetivos propiciados pelo correto e estratégico emprego do idioma pode ser aliado da evangelização. Nessa missão, podemos descobrir, enquanto homens e mulheres de convicções cristãs, que temos muito em comum a despeito de nossas diferenças e das distâncias econômicas e geográficas que nos separam. Todos desejamos para nossos povos que haja maior capacidade de autogestão, mais eficácia em atingir o grau civilizatório que nos permita lutar contra os fatores da pobreza e dos sofrimentos dela decorrentes.
Sendo cristãos e cristãs de variados matizes confessionais, ciosos de nosso destino enquanto agentes de transformação da realidade imediatamente à nossa volta, estamos convictos de que Jesus nos legou a missão de anunciar o Reino de Deus, conforme a seguintes citações dos evangelhos: “E, à medida que seguirdes, pregai que está próximo o Reino dos céus” (Mateus 10.7); “... tu, porém, vai e prega o reino de Deus” (Lucas 9.60); “Também os enviou a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos” (Lucas 9.2). Para isso, a produção e distribuição de Bíblias em nossos países é a primeira etapa da semeadura da semente do Reino. Não para ai; prossegue com iniciativas que aprofundem a tarefa de discipular essas nações para o Senhor Jesus Cristo.
De que iniciativas falamos?
Certamente, as igrejas e demais associações cristãs que operam nesses campos da Missão têm realizado ações de evangelização, discipulado, educação cristã, capelanias e ação social, além do que têm alcançado excelência na condução de programas de desenvolvimento comunitário, combatendo os males da miséria, ignorância, opressão e violência.
É hora de somar o que aprendemos a fazer para isso chegar a outros lugares e pessoas. É possível atingir mais pessoas e grupos por meio de ações pastorais integradoras. Poderemos afirmar o Reino de Deus de modo mais efetivo se formos “um só”, como ensinou Jesus: “a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste” (João 17.21). Será mais facilmente ouvido o brado desses 300 milhões ao redor do mundo se o brado for o mesmo: “Só o Senhor é Deus!” (Deuteronômio 4.39).
As denominações cristãs que aparelharam irmãos e irmãs, cheios do Espírito Santo, para o exercício de seus dons e ministérios, por amor a seus compatriotas, certamente podem somar esforços formando uma rede de serviço cristão, sem perda de sua autonomia nem se submetendo ao controle de agências reguladoras estrangeiras. Basta apenas que desejem comungar dos ideais do Reino compartilhando o seu saber e aprendendo de outras experiências para maior eficácia de seus programas. Em alguns países, já foram desenvolvidas organizações que contam com valiosa competência em ações pastorais dessa natureza. Grandes temáticas são estratégicas na formação de capelanias específicas, tais como:
· Economia; cristãos comprometidos no combate à pobreza, incremento de trabalho e renda como meios para o bem-estar comunitário
· Saúde: cristãos engajados em avanços médico-clínicos e acesso social a medicamentos
· Cultura, educação, ciência e tecnologia: identidade, expressão e desenvolvimento intelectual na perspectiva bíblico-evangélica
· Política: propostas para a maturidade da participação vinculada aos valores éticos e espirituais do cristianismo
· Recursos naturais: os desafios planetários para a responsabilidade cristã em economias sólidas, democráticas e sustentáveis
· Teologia e doutrina: reflexões fraternas acerca dos temas bíblicos e sua relevância para as sociedades modernas como instrumento de aperfeiçoamento das virtudes e competências no serviço cristão
· Missões: desafios e bases para o desenvolvimento de iniciativas e gestão de projetos de expansão da fé cristã em um mundo globalizado
· Cidades: projetos baseados em valores cristãos para o incremento da justiça e boa vontade diante do desafio das relações entre sociedade e indivíduo
· Crianças: o cuidado e o incentivo para com as crianças e suas famílias em tempos de mudança de paradigma sobre o lugar e papel da infância
· Família: ações e propostas para a transformação das famílias em busca de ideais construtivos para a solidificação de suas relações
· Terceira idade: inclusão, participação e resgate da sabedoria de pessoas idosas na construção da identidade cristã, fraternidade e mútuo cuidado comunitário
· Minorias: chaves para a justiça, o diálogo e o respeito em bases cristãs para com todas as pessoas
· Liberdade religiosa: propostas afirmativas em apoio às comunidades cristãs e não cristãs que sofrem qualquer forma de perseguição por razões religiosas, ações de
socorro às vítimas da perseguição que incluam o repúdio às políticas dos perseguidores

Outras diaconias, capelanias e ações pastorais podem ser organizadas.
A meu ver, que há de bom nesta proposta é que ela contempla a mútua necessidade de nos comunicarmos afim de compartilhar visões e experiências para que, juntos, “lancemos redes ao mar” em nome de Jesus.
O e-mail lpvergara@ig.com.br está à disposição dos comentários.
COMENTÁRIOS
Parabéns, querido Luciano, Espero que logo o cristianismo evangélico passe a abrir seus horizontes para uma influência que valorize as contribuições pessoais (e não somente o "como igreja" e seu significado corporativo) e abranja toda a sociedade (e não somente um "evangelismo" míope, centrado na "alma"). Isto quanto à atualidade do texto e o objetivo das ações. Quanto à organização, nada a comentar.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Como ajudar o Haiti?
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Oração politicamente (in)correta
A oração:
“Pai celeste, nós estamos diante de ti hoje para pedir teu perdão e para buscar tua direção e liderança.
Nós sabemos que tua palavra diz: 'Cuidado com aqueles que chamam o mal de bem,' mas isto é exatamente o que temos feito. Nós temos perdido nosso equilíbrio espiritual e revisto nossos valores. Confessamos:
- Nós temos ridicularizado a absoluta verdade da tua Palavra e chamamos a isso pluralismo.
- Nós temos adorado outros deuses e chamamos a isso multiculturalismo.
- Nós temos endossado a perversão e chamamos a isso estilo de vida alternativo.
- Nós perdemos nosso equilíbrio espiritual e revertemos nossos valores.
- Nós exploramos os pobres e chamamos isso de loteria.
- Nós recompensamos preguiça e chamamos isso de bem-estar.
- Nós cometemos aborto e chamamos isso de escolha.
- Nós matamos os que são a favor do aborto e chamamos de justificável.
- Nós negligenciamos a disciplina de nossos filhos e chamamos isso de construção de auto-estima.
- Nós abusamos do poder e chamamos isso de política.
- Nós invejamos as coisas dos outros e chamamos isso de ambição.
- Nós poluímos o ar com coisas profanas e pornografia e chamamos isso de liberdade de expressão.
- Nós ridicularizamos os valores dos nossos antepassados e chamamos isso de iluminismo.
- Sonda-nos, ó, Deus, e conhece os nossos corações hoje; limpa-nos de todo pecado e nos liberta.
Amém!”
O comentarista Paul Harvey pôs no ar esta oração no programa de rádio "O fim da história" e teve a maior resposta que um de seus programas já teve. Com a ajuda do Senhor, possa esta oração correr toda a nação e que, de todo o coração, seja nosso desejo de que possamos, de novo, ser chamados de uma nação sob a mão de Deus.
THE PRAYER
Heavenly Father, we come before you today to ask Your forgiveness and to seek Your direction and guidance. We know Your Word says, "Woe to those who call evil good, "but that is exactly what we have done. We have lost our spiritual equilibrium and reversed our values. We confess:
We have ridiculed the absolute truth of Your Word and called it Pluralism. We have worshipped other gods and called it multiculturalism. We have endorsed perversion and called it alternative lifestyle. We have exploited the poor and called it the lottery. We have rewarded laziness and called it welfare. We have killed our unborn and called it choice. We have shot abortionists and called it justifiable. We have neglected to discipline our children and called it building self-esteem. We have abused power and called it politics. We have coveted our neighbor's possessions and called it ambition. We have polluted the air with profanity and pornography and called it freedom of expression. We have ridiculed the time-honored values of our forefathers and called it enlightenment. Search us, Oh God, and know our hearts today; cleanse us from every sin and set us free. Guide and bless these men and women who have been sent to direct us to the center of your will. I ask it in the Name of Your Son, the living Savior, Jesus Christ. Amen.
The response was immediate. A number of legislators walked out during the prayer in protest. In six short weeks, Central Christian Church, where Rev. Wright is pastor, logged more than 5,000 phone calls with only 47 of those calls responding negatively. The church is now receiving international requests for copies of this prayer from India, Africa, and Korea. Commentator Paul Harvey aired this prayer on "The Rest of the Story" on the radio and received a larger response to this program than any other he has ever aired. With the Lord's help, may this prayer sweep over our nation and wholeheartedly become our desire so that we again can be called one nation under God.