L. Pereyra
Toda técnica só é válida quando promove o ser humano em conexão com Deus, com o semelhante e com o ecossistema em que vive. Qualquer cultura só tem valor autêntico quando aperfeiçoa as pessoas para estas interagirem assim.
"O efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, para sempre." (Isaías 32.17)
"And the work of righteousness shall be peace; and the effect of righteousness quietness and assurance for ever." (Isaiah 32.17)
"Y el efecto de la justicia será paz; y la labor de justicia, reposo y seguridad para siempre." (Isaías 32.17)
"L'oeuvre de la justice sera la paix, et le fruit de la justice le repos et la sécurité pour toujours." (Esaïe 32.17)
"καὶ ἔσται τὰ ἔργα τῆς δικαιοσύνης εἰρήνη καὶ κρατήσει ἡ δικαιοσύνη ἀνάπαυσιν καὶ πεποιθότες ἕως τοῦ αἰῶνος" (Ησαιου 32.17)
וְהָיָה מַעֲשֵׂה הַצְּדָקָה שָׁלֹום וַעֲבֹדַת הַצְּדָקָה הַשְׁקֵט וָבֶטַח עַד־עֹולָם׃ 32.17 יְשַׁעְיָהוּ
"And the work of righteousness shall be peace; and the effect of righteousness quietness and assurance for ever." (Isaiah 32.17)
"Y el efecto de la justicia será paz; y la labor de justicia, reposo y seguridad para siempre." (Isaías 32.17)
"L'oeuvre de la justice sera la paix, et le fruit de la justice le repos et la sécurité pour toujours." (Esaïe 32.17)
"καὶ ἔσται τὰ ἔργα τῆς δικαιοσύνης εἰρήνη καὶ κρατήσει ἡ δικαιοσύνη ἀνάπαυσιν καὶ πεποιθότες ἕως τοῦ αἰῶνος" (Ησαιου 32.17)
וְהָיָה מַעֲשֵׂה הַצְּדָקָה שָׁלֹום וַעֲבֹדַת הַצְּדָקָה הַשְׁקֵט וָבֶטַח עַד־עֹולָם׃ 32.17 יְשַׁעְיָהוּ
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- L. Pereyra
- Jornalista formado pela UFRJ, professor do Seminário Teológico Betel (RJ). Pastor na Igreja Metodista. Graduado pelo Instituto Haggai (Cingapura, 2004). Casado com a professora Else. Penso em fazer diferença no mundo e compartilho aqui algumas idéias que julgo válidas para provocar reflexões e, eventualmente, alguma ação.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Magistral reflexão para gente sem noção
Artigo de Reinaldo Azevedo (veio pela internet)
ABANDONO AFETIVO É PURA MANIFESTAÇÃO DE “DIREITO CRIATIVO”! É DEGRADAÇÃO DA CULTURA DEMOCRÁTICA. OU: QUANTO CUSTA O AMOR PATERNO?
Os Cachoeiras e, sobretudo, as cascatas que tomam conta da vida pública acabam nos levando a deixar de lado alguns temas relevantes, que dizem respeito não exatamente à política como jogo do poder, mas à cultura política entendida como uma ética de relação com o outro e com o mundo. Estamos nos tornando um país de fanáticos do sentimentalismo, de pervertidos da reclamação, de ditadores da reparação. Aquele que tiver a sorte, para desdita de muitos, de manejar o aparato do estado impõe, então, o seu fanatismo, a sua perversão, a sua ditadura. E ao arrepio da lei! Lei pra quê? O que importa é “fazer justiça” segundo a metafísica influente.
Em uma decisão inédita, a 3º Turma do STJ reconheceu o direito que tem uma filha, hoje com 38 anos, de receber uma indenização de R$ 200 mil de seu pai. O “crime” dele: “Abandono Afetivo”!!! É inútil procurar essa caracterização em qualquer código. Não existe. Trata-se de uma manifestação de “Direito Criativo” — área em que o Brasil desponta para o mundo com farta produção —, formulado com base em umas tantas considerações de ordem subjetiva feitas por juízes. Vocês certamente acompanharam o caso. Um senhor teve uma filha fora do casamento. Depois de uma ação judicial, ela foi legalmente reconhecida e assistida materialmente. Goza de todos os direitos dos demais herdeiros. Mas reclama que não foi devidamente amada quando criança…
A exemplo da Lei da Palmada, a decisão da Justiça constitui uma intromissão absolutamente inadmissível do estado na vida dos indivíduos. Como mensurar se esse pai deu amor demais ou de menos? Como estabelecer um padrão mínimo — garantida a assistência material, que existiu — de dedicação amorosa, de modo que possa ser mensurada num tribunal? O que sabem aqueles juízes das altercações e dificuldades que pai e mãe, numa relação não-familiar, tiveram ao longo da vida? Por que é ele, necessariamente, o vilão da história?
A relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, argumentou por um caminho curioso:
“O cuidado é fundamental para a formação do menor e do adolescente. Não se discute mais a mensuração do intangível — o amor —, mas, sim, a verificação do cumprimento, descumprimento ou parcial cumprimento de uma obrigação legal: cuidar.”
O pai dispensou, segundo consta, o cuidado que está estabelecido em lei. A filha está reclamando é de falta de amor.
E, ora vejam, contrariando, então, o que diz a ministra, é justamente esse amor que está sendo mensurado. A mulher havia perdido a causa em primeira instância. Recorreu ao Tribunal de Justiça e ganhou, com uma indenização fixada em R$ 415 mil. O STJ reformou a decisão para R$ 200 mil. Fico cá me perguntando: como chegaram àquele primeiro valor? Aqueles R$ 15 mil, em particular, desafiam a minha quietude: o que ele deveria ter feito para que fosse, sei lá, apenas R$ 400 mil? Por que o próprio STJ considerou que o “abandono afetivo” não vale tanto, podendo ficar por R$ 200 mil mesmo?
Este trecho da reportagem do Estadão é espetacular:
“A ministra afirmou que a filha conseguiu constituir família e ter uma vida profissional. ‘Entretanto, mesmo assim, não se pode negar que tenha havido sofrimento, mágoa e tristeza, e esses sentimentos ainda persistam, por ser considerada filha de segunda classe’, disse Nancy.”
Entendi. Ela recebeu o devido aporte material, leva uma vida normal, constituiu família, tudo nos conformes. Mas sobrou “a dor”. Ora, Val Marchiori já nos ensinou em “Mulheres Ricas”, certo? Não há dor que o dinheiro não cure… Relooouuu!!
Ineditismo por ineditismo, por que essa filha, que é herdeira do pai (como os irmãos), não recorreu à Justiça para obter, então, um mea-culpa, um pedido de desculpas, um reconhecimento público da falta de cuidado amoroso, um abraço? Não! Nada disso! Existe um preço para a falta de amor! Era R$ 415 mil, mas pode ficar por R$ 200 mil.
No mérito, o caso é, parece-me, eticamente escandaloso. Mas também é uma aberração jurídica. O Judiciário brasileiro acaba de legislar, mais uma vez, criando o crime do “abandono afetivo”? Cadê a lei, santo Deus? Não há! Eis aí. Vivemos o que chamo a era dos fanáticos do sentimentalismo — juízes, agora, acham que podem pôr um preço nas sensações e subjetivismos. Vivemos a era das perversões da cultura da reclamação: basta que o “oprimido” saia por aí proclamando a sua dor para gerar solidariedade automática. Com sorte, encontra pela frente os ditadores da reparação, que resolverão, como costumo dizer, fazer justiça com a própria toga.
Está criada a jurisprudência, embora a decisão não seja vinculante. Cabe a cada juiz decidir. Mas adivinhem só… Nesse caso, pobre pai!, ele é culpado antes mesmo de qualquer juízo objetivo. Afinal, teve uma filha fora do casamento, só reconhecida depois de uma ação judicial, com quem ele não conviveu — embora tenha cumprido todas as obrigações QUE AS LEIS EXISTENTES LHE IMPUNHAM. Ele só não sabia que estava na mira de uma lei desconhecida porque… simplesmente inexistente!
Quanto tempo vai demorar para que quiproquós familiares comecem a lotar a Justiça ainda mais do que hoje? Quantos serão os filhos, mesmo frutos de uniões estáveis e vivendo sob o teto familiar, que alegarão, a depender dos conflitos, esse tal “abandono afetivo”? Não havendo lei, pode-se acusar qualquer coisa: “Olhe, quero dizer que o meu pai (ou mãe) me sufoca”… Pobre pai! Em breve, estará impedido de exercer, digo com ironia, até aquele papel que Freud lhe reserva, não é? Não poderá mais ser o saudável repressor, a quem cumpre dizer que os limites existem. Quem sabe chegue o dia em que o parricida alegará no tribunal que só cumpriu seu gesto tresloucado porque seu aparelho psíquico, malformado pelo morto, não operou a necessária interdição, e a morte simbólica de Laio na disputa por Jocasta se fez física, pelas mãos de um Édipo que era, sei lá, contador…
Uma perguntinha à ministra Nancy Andrighi e a seus colegas: esse valor pelo “abandono afetivo” foi estabelecido, suponho, com base na condição financeira do pai, certo? Um homem muito pobre seria condenado a compensar a subjetividade ferida da filha com um pão com mortadela? O “abandono efetivo” de Eike Batista custaria R$ 200 milhões, em vez de R$ 200 mil? Havendo boas respostas, juro que publico. O pai disse que vai recorrer ao Supremo. Considerando o que se anda fazendo por lá ultimamente, corre o risco de a indenização sair pelo dobro. Ou o nosso Supremo não tem protagonizado cenas explícitas de “Direito Criativo”?
Caminhando para o encerramento, pergunto: a filha vitoriosa troca os R$ 200 mil por um abraço e por um pedido de desculpas?
O assunto parece besta? Mas não é! A rigor, acreditem, é mais importante do que essa canalha que vive assaltando o dinheiro público. A cada pouco, há uma! Precisamos é metê-las na cadeia. Ou bem se tem um estado de direito funcionando, que proteja a coletividade e os indivíduos, a nação e o estado, ou ficamos à mercê do indeterminado. Se podemos ser punidos por um crime que não está tipificado e obrigados a fazer alguma coisa em razão de uma lei que não existe, então estamos numa ditadura. Ainda que uma ditadura exercida, com freqüência, por alguns juízes.
Por Reinaldo Azevedo
terça-feira, 1 de maio de 2012
Vejo a chuva na janela
Que frio úmido no Rio de Janeiro hoje!
Para muitos, eu sei, o feriado ficou irremediavelmente estragado. Mas eu gosto desse frio, gosto do aconchego caseiro trazido por ele.
O mundo lá fora continua incongruente e agressivo, mas dentro de casa, estar ao lado da esposa é um programa formidável.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
Lembrete pra você: Aliança Evangélica
Vai este lembrete para quem valoriza a Aliança Evangélica Brasileira: Sábado, dia 21/04, falei no programa Vida e Missão (GNT RJ, canal 9 da TV aberta ou canal 22 da Net, sábado às 12h). Quem quiser, pode ver em http://www.youtube.com/watch?v=k5woP40clz4
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Pastor Álvaro Trindade está com Jesus
Domingo, 22 de abril de 2012. Retira-se um valente. E também um amigo. O professor Reverendo Álvaro José Cortes da Trindade lutou por quatro meses: varizes no esôfago, fígado paralisado, bacteremia, remoção do baço, sucessivas entradas na UTI, Damaris e filhos angustiados. O bravo herói resistiu até o fim, combateu o bom combate. Não com a enfermidade, mas contra o pecado. A doença foi apenas o meio que Deus permitiu aproximá-lo mais a si até, enfim, trazê-lo para os Seus braços. Ele foi sendo refinado, eliminando o pecado, primeiro de si mesmo, depois também de outros. No hospital, sua expressão era a de quem já contemplava a face do Altíssimo, nada o poderia abalar, evangelizava a toda hora; todos os plantões ouviram do amor de Deus. Reuniu ao seu redor outros valentes, que o encorajaram, oraram com ele e sua família. Mas aprouve ao Senhor recolhê-lo à eternidade. O Senhor o deu, o Senhor o tomou. Bendito seja o nome do Senhor.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Bom dia, Israel!
Boa leitura nos proporciona Israel Belo de Azevedo, em seu blog Prazer da Palavra. Confira a meditação de 07/03/2012:
VENCER É PERDER
"Acumular" é verbo que queremos conjugar em todas as áreas da vida.
"Perder" é verbo que nos deprime.
Por isto, todos os conceitos, até os mais sublimes e mais sagrados, se tornam reféns da ideia de vitória como acréscimo.
Até mesmo o conceito de graça, central na fé cristã, pode sofrer deste vício. Receber a graça se tornou receber "graças", vale dizer, coisas e mais coisas, numa espiral sucessiva. Não admitimos que a graça possa implicar em perda.
Quando Jesus disse que, para segui-lo, precisamos tomar a nossa cruz, estava nos mostrando a necessidade da renúncia. Renunciar é perder.
Renunciar é abrir mão do poder que temos. Porque podemos nos ter tornado autoritários.
Renunciar é abrir mão das coisas que possuímos. Porque podemos estar seguros com elas.
Renunciar é abrir mão das ideias que esposamos. Porque podemos estar errados.
A cruz de Jesus não tem poder, senão o poder da fraqueza.
A cruz de Jesus é um convite à liberdade, que vem pela renúncia.
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
VENCER É PERDER
"Acumular" é verbo que queremos conjugar em todas as áreas da vida.
"Perder" é verbo que nos deprime.
Por isto, todos os conceitos, até os mais sublimes e mais sagrados, se tornam reféns da ideia de vitória como acréscimo.
Até mesmo o conceito de graça, central na fé cristã, pode sofrer deste vício. Receber a graça se tornou receber "graças", vale dizer, coisas e mais coisas, numa espiral sucessiva. Não admitimos que a graça possa implicar em perda.
Quando Jesus disse que, para segui-lo, precisamos tomar a nossa cruz, estava nos mostrando a necessidade da renúncia. Renunciar é perder.
Renunciar é abrir mão do poder que temos. Porque podemos nos ter tornado autoritários.
Renunciar é abrir mão das coisas que possuímos. Porque podemos estar seguros com elas.
Renunciar é abrir mão das ideias que esposamos. Porque podemos estar errados.
A cruz de Jesus não tem poder, senão o poder da fraqueza.
A cruz de Jesus é um convite à liberdade, que vem pela renúncia.
Desejo-lhe um BOM DIA.
Israel Belo de Azevedo
Um soneto à confiança
Nunca fui imperador, nem há indícios de que num "pujillo" de terra descansarei "sem tardança". Mas a afinidade que tenho com o soneto "Terra do Brazil", de Pedro II, escrito durante seu exílio na Europa, vem de certas experiências amargas - que, claro, todos já tivemos - com alguém de quem não esperávamos receber senão respeito e consideração. 
O soneto de Pedro II é cheio de saudades e nacionalismo melancólico, ressentimento explicável pela desfeita do expatriamento, após meio século de dedicação aos assuntos públicos, mas é a confissão final do soneto que cativa minha simpatia: "sereno, aguardarei... a justiça de Deus na voz da história". É uma profissão de fé na fidelidade divina que, a despeito de épocas e indivíduos, sempre fará a justiça triunfar.
TERRA DO BRAZIL
Espavorida agita-se a criança,
De nocturnos phantasmas com receio,
Mas se abrigo lhe dá materno seio,
Fecha os doridos olhos e descança.
Perdida é para mim toda a esperança
De volver ao Brasil; de lá me veio
Um pugillo de terra; e nesta creio,
Brando será meu somno sem tardança...
Qual o infante a dormir em peito amigo
Tristes sombras varrendo da memoria,
Oh doce Patria, sonharei contigo!
E, entre visões de paz, de luz, de gloria,
Sereno aguardei no meu jazigo
A justiça de Deus na voz da Historia!
D. Pedro D'Alcantara.

O soneto de Pedro II é cheio de saudades e nacionalismo melancólico, ressentimento explicável pela desfeita do expatriamento, após meio século de dedicação aos assuntos públicos, mas é a confissão final do soneto que cativa minha simpatia: "sereno, aguardarei... a justiça de Deus na voz da história". É uma profissão de fé na fidelidade divina que, a despeito de épocas e indivíduos, sempre fará a justiça triunfar.
TERRA DO BRAZIL
Espavorida agita-se a criança,
De nocturnos phantasmas com receio,
Mas se abrigo lhe dá materno seio,
Fecha os doridos olhos e descança.
Perdida é para mim toda a esperança
De volver ao Brasil; de lá me veio
Um pugillo de terra; e nesta creio,
Brando será meu somno sem tardança...
Qual o infante a dormir em peito amigo
Tristes sombras varrendo da memoria,
Oh doce Patria, sonharei contigo!
E, entre visões de paz, de luz, de gloria,
Sereno aguardei no meu jazigo
A justiça de Deus na voz da Historia!
D. Pedro D'Alcantara.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Comigo Deus está
Pode a vida dar voltas,
Nada temo do amanhã,
Cuidado qualquer que seja
Em Cristo espero e confio,
A vitória cedo viceja,
Desdenho todo arrepio,
Sorrio a cada manhã.
Se durmo sossegado,
É ‘que Ele me sustém.
Levanto confiante
E sigo meu caminho,
Cristo vai comigo avante,
E sob asas, em seu ninho,
Sou seu filho, sou alguém
Que querem homens me fazer?
Tropeçar? Temer? Cair?
De nada servem as artimanhas.
Se comigo Deus está,
Voraz goela, mesmo tamanha,
Engolir-me jamais fará,
D’armadilha Deus me faz sair.
Quero hoje celebrar
Dele a fidelidade.
Sem Ele, estava perdido.
Pela fé em Jesus encorajado,
Sigo em frente, atrevido.
E, com riscos a todo lado,
Canto a sua lealdade.
Rev. Luciano P. Vergara
Nada temo do amanhã,
Cuidado qualquer que seja
Em Cristo espero e confio,
A vitória cedo viceja,
Desdenho todo arrepio,
Sorrio a cada manhã.
Se durmo sossegado,
É ‘que Ele me sustém.
Levanto confiante
E sigo meu caminho,
Cristo vai comigo avante,
E sob asas, em seu ninho,
Sou seu filho, sou alguém
Que querem homens me fazer?
Tropeçar? Temer? Cair?
De nada servem as artimanhas.
Se comigo Deus está,
Voraz goela, mesmo tamanha,
Engolir-me jamais fará,
D’armadilha Deus me faz sair.
Quero hoje celebrar
Dele a fidelidade.
Sem Ele, estava perdido.
Pela fé em Jesus encorajado,
Sigo em frente, atrevido.
E, com riscos a todo lado,
Canto a sua lealdade.
Rev. Luciano P. Vergara
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